De acordo com o colunista Igor Gadelha, do Jornal Metrópoles, Jorginho Mello (PL) pode ter seus planos frustrados por Valdemar Costa Neto, presidente nacional de seu partido. Para garantir o apoio do Progressistas para a candidatura de Flávio Bolsonaro a presidente, Costa Neto quer “embargar” o acordo que Jorginho fez com o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), entregar a cadeira do Senado para a Amin (PP) e dar a Caroline De Toni a vaga de vice de Jorginho. Ou, caso ela prefira, o combo de deputada federal + líder de partido, em 2027.
Estaria o futuro da chapa nas mãos de De Toni?
O fato é que Costa Neto precisa manter laços sólidos com o PP de olho na majoritária e, para isso, quer alianças firmes também nos principais estados onde o PL lidera.
O problema é que De Toni estaria irredutível quanto a sua indicação ao Senado, podendo até mudar de partido para atingir seu objetivo. Se isto acontece, o PL perde um nome forte e abre brecha para que outro partido a eleja e ocupe a vaga. Se não acontece, ela fica, de fato, com a indicação que seria de Amin e o PL terá que arranjar outros meios de garantir o apoio dos progressistas.
É, pelo visto, De Toni está colocando o partido inteiro em uma sinuca de bico. O que ela faz bem, porque sabe de seu potencial no Estado.
Fonte: Engeplus