O empresário Patrik Paulino, proprietário do Supermercado Novo, de Laguna, denunciou nesta terça-feira, dia 6, uma suposta venda de atestado médico. A denúncia foi divulgada pelo próprio empresário em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual ele questiona a emissão de um atestado de cinco dias apresentado por uma funcionária, com data do dia 24 de dezembro, quando, segundo ele, a clínica estava fechada e o médico não se encontrava na cidade.
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Patrik relata que, por volta do meio-dia do dia 24 de dezembro, deixou suas atividades profissionais para ir até a clínica mencionada. No local, ele afirma ter encontrado o estabelecimento fechado e questiona como a funcionária conseguiu um atestado médico com a data daquele dia, alegando ainda que o médico responsável estaria viajando. Na sequência do material divulgado, aparece um funcionário do supermercado que foi até a clínica para simular a obtenção de um atestado médico, enquanto gravava a situação.
Durante o diálogo com a recepcionista, ele afirma que gostaria de realizar uma consulta para conseguir um atestado, alegando que iria viajar com a esposa, mas teve a folga alterada. A recepcionista informa que o valor da consulta seria de R$ 250 e que o atestado custaria o equivalente a meia consulta, no valor de R$ 125. Ainda no vídeo, durante a consulta simulada, o médico informa que poderia conceder um atestado de três dias, a partir do dia 6 de janeiro. Ele menciona que inseriria um CID no documento, referente a um quadro de diarreia, conforme registrado na gravação apresentada pelo empresário.
Após esse momento, Patrik retorna à clínica e questiona o médico sobre o atestado apresentado pela funcionária, destacando que o documento estava datado em 24 de dezembro, dia em que, segundo ele, a clínica estaria fechada e o profissional não estaria na cidade. Em resposta, o médico afirma: “Nós vamos morrer por causa desses atestados”. No encerramento do vídeo, o empresário afirma que possui gravações que mostram um funcionário comprando um atestado médico e a confirmação da recepcionista sobre a emissão do documento. O médico, por sua vez, não assume a venda do atestado nas imagens divulgadas.
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