Vem aí uma virada decisiva e estratégica “Três Graças”: o final de Gerluce (Sophie Charlotte) será antecipado. Com isso, o destino da protagonista seguirá um caminho bem diferente do previsto inicialmente.
Em vez de caminhar para a prisão por causa do roubo da estátua, a mocinha ganhará espaço, poder e protagonismo antes da reta final, em um movimento que altera o eixo moral da trama e reposiciona a personagem no centro do jogo político e social da novela.
O que esperar de ‘Três Graças’
A mudança acontece a partir de uma proposta feita por Rogério (Eduardo Moscovis), que ressurge na história após desaparecer depois de um atentado. Mesmo longe fisicamente, ele entra em contato com Gerluce por chamada de vídeo e apresenta um plano que antecipa a ascensão da protagonista.
O empresário propõe a criação de uma nova fundação voltada à distribuição de medicamentos verdadeiros para pessoas carentes, em oposição direta às fraudes comandadas por Ferette (Murilo Benício). Mais do que isso, ele indica Gerluce para assumir imediatamente o comando da ONG.
Essa guinada aproxima a narrativa do desfecho originalmente pensado pelos autores Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, porém com uma diferença crucial no tempo da história. Antes, Gerluce seria presa pelo namorado, o investigador Paulinho (Rômulo Estrela), passaria a usar tornozeleira eletrônica e só no último capítulo assumiria a presidência de uma fundação ligada à saúde. Agora, esse ponto de chegada surge bem antes, redesenhando a trajetória da personagem.
Proposta muda o jogo e antecipa ascensão
A engrenagem dessa virada começa a girar quando Claudia (Lorrana Mousinho) surge como porta-voz da decisão de Rogério. Ela apresenta a condição central para que a fundação saia do papel: Gerluce precisa assumir a presidência desde o início.
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