Pedro Henrique Espindola mentiu para ser escolhido para o Big Brother Brasil 26. Ao Metrópoles, a defesa do rapaz sustenta que, caso a Globo tivesse adotado critérios mais rigorosos de checagem, a entrada do ex-participante, acusado de importunação sexual, não teria sido autorizada.
A Globo, segundo a defesa, optou por “acreditar na mentira do maluco” e deixou de adotar um crivo de seleção capaz de impedir a entrada dele no programa. Os advogados afirmam que o ex-participante é dependente químico e está em tratamento psiquiátrico há quase dez anos.
Além disso, apesar do vídeo em que afirma ter uma renda de R$ 20 mil por mês como vendedor de flores, o paranaense de 22 anos vivia de um ambiente familiar de extrema escassez.
“É só olhar para a situção na casa dele e você já vê o primeiro sinal de problema. No vídeo das rosas ele diz que ganha tudo aquilo, mas ele precisou colocar uma dívida no cartão de crédito para comprar um berço para filha“, afirmam os advogados.
“A Rede Globo não fez NENHUMA espécie de checagem, ou triagem, dos participantes. Se tivessem feito, Pedro nunca teria sido selecionado. É a mesma postura irresponsável que deixou que o Henri Castelli voltasse para o programa para ter outra convulsão“, acrescentou a equipe de advogados .
FONTE METRÓPOLES