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11 de junho de 2022 Tigre arranca virada na raça, vence a Chape e quebra tabu de 14 anos sem vitórias na Arena Condá

Foram 14 anos sem vencer a Chapecoense na Arena Condá. Pois na noite desta sexta-feira, dia 10, o Criciúma precisou reverter um 2 a 0 no placar para superar o rival, quebrar o tabu e conquistar três importantes pontos na Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols da histórica vitória carvoeira foram de Claudinho, Vagner (contra) e Marquinhos Gabriel. A Chape havia marcado com Léo e Rayan (contra).

Com o resultado, o Criciúma abre a rodada na sexta colocação, com 16 pontos, e volta a campo pela Série B somente na sexta-feira, dia 17, quando recebe o Brusque no Heriberto Hülse. Nesta segunda-feira, dia 13, o Tigre enfrenta o Atlético Catarinense, às 19 horas, pela Série B do Campeonato Catarinense. Já a Chapecoense é 16ª colocada na Série B do Brasileirão, com 12 pontos, e visita o Bahia, terça-feira, dia 14, na Arena Fonte Nova. 

Os primeiros sete minutos da etapa incial foram de muito estudo, pouca armação e quase nada de criação das equipes. Foi então que a Chape aproveitou lance de bola parada, abriu o placar e o jogo mudou de figura. A jogada foi de três toques na bola: Tiago Real cobrou falta pelo lado direito da defesa carvoeira, Marcelo Freitas desviou e o zagueiro Léo, também de cabeça e na pequena área, apenas escorou para o fundo do gol. Aliás, gol que só foi confirmado após quase três minutos de checagem do árbitro de vídeo, que analisou possível impedimento do camisa 3.

Com o placar aberto, os donos da casa seguiram melhor na partida, enquanto o Tigre, confuso na defesa, deu brechas para que o Verdão, apenas sete minutos depois, marcasse o segundo. Perotti fez parede na intermediária e lançou para Derek no corredor direito da zaga do Criciúma. O atacante cruzou fechado na pequena área, Gustavo saiu mal e a bola bateu em Rayan antes de entrar. Gol contra do zagueiro tricolor e 2 a 0 Chape.

Somente após sofrer dois gols é que o Criciúma de Tencati resolveu jogar. E isto causou problemas para a Chapecoense, sobretudo pela jornada de Rafael Bilu. Primeiro, depois de sofrer falta, ele teve a mão chutada por Tiago Real, o que rendeu cartão amarelo para o meia do Verdão do Oeste. Depois, Marquinhos Gabriel cobrou na área, a defesa tirou parcialmente e Arilson tentou arrematar, mas a bola desviou e sobrou limpa para o goleiro Vagner.

Aos 21 foi a vez de Claudinho. E foi certeiro: depois de cruzamento na área, Arilson se esforçou para ganhar a sobra e achou bom passe para o lateral. De primeira, ele emendou chute forte que foi direto para as redes, sem nenhuma chance de defesa e descontando para o Tigre. 

Então Bilu voltou a incomodar a zaga adversária. Aos 28, ele soltou uma bomba de fora da área e parou em boa intervenção de Vagner. A defesa gerou escanteio, que a zaga afastou nos pés de Arilson e de voleio o volante parou em nova defesa do goleiro. O rebote ainda sobrou para Bilu, que bateu prensado e a bola se perdeu pela linha de fundo. 

Antes do final do primeiro tempo, Marcelo Hermes quase marcou em um chute que saiu pela linha de fundo. E Caio Dantas, após grande jogada de Bilu, escorou para as redes, mas o gol foi anulado por impedimento em nova checagem do VAR.

No reinício da partida, novamente pouca inspiração das equipes. Mas desta vez foi o Criciúma que deu fim ao marasmo. Aos 9, o Tigre trabalhou a bola no campo de defesa, Rodrigo lançou Marcelo Hermes, que avançou na área e cruzou para o meio. A bola desviou em Léo, bateu na cabeça do goleiro Vagner e entrou.  

A virada aconteceu apenas seis minutos depois. Desta vez com Marquinhos Gabriel. Até então apagado no jogo, o camisa 10 marcou na insistência. Na primeira tentativa errou o passe, mas fez pressão e retomou a bola. Depois perdeu para o zagueiro, mas insistiu, avançou para dentro da área e ficou livre, frente a frente com Vagner. Na categoria, apenas deslocou o goleiro e saiu para comemorar. O Tigre ainda quase fez o terceiro com Rafael Bilu, mas desta vez Vagner se esticou e buscou a bola que entrava no canto direito. 

Depois de levar a virada, a Chapecoense encontrou dificuldades para retomar a pressão. Gilson Kleina foi para as substituições: tirou Pablo, Marcelo Freitas e Chrystian, e colocou em campo Ryan, Lima e Rodrigo Silva. Tencati também renovou a equipe, trocando Claudinho e Caio Dantas por Cristovam e Thiago Alagoano. Depois trocou Marquinhos Gabriel e Rômulo por Renan Bressan e Serrato.

Mesmo com as mudanças, o jogo ficou morno. Somente aos 44 a Chape levou perigo e pediu pênalti em cima de Perotti. Bem posicionado, o árbitro mandou seguir e apitou o final da partida aos 49. Final: Chapecoense 2×3 Criciúma.

Fonte: Engeplus

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