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Cada recém-nascido de Santa Catarina vive, em média, 79,9 anos, três anos a mais do que a média nacional

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quinta-feira (26), Santa Catarina tem a maior expectativa de vida do Brasil. Cada recém-nascido do Estado vive, em média, 79,9 anos, 0,2 ano maior do que o índice anterior, e 3,3 anos maior que a média nacional, que é de 76,6 anos.

Os dados também indicam que as mulheres vivem 6,5 anos a mais do que homens, e em Santa Catarina, a expectativa de vida é a maior nos dois casos: 83,2 anos para mulheres e 76,7 anos para os homens. A pesquisa, como de costume, reflete os dados do ano anterior, e foi realizada com dados do dia 1º de julho.

Além de Santa Catarina, outros sete Estados estão com expectativa acima da média nacional: Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro ficaram com a expectativa de vida superior à média nacional.

Os Estados que tem os números mais críticos são Maranhão (71,4 anos), Piauí (71,6) e Rondônia (71,9).

A diferença entre o topo e a base é de quase uma década, já que um recém-nascido no Maranhão viverá, em média, 8,5 anos a menos do que um catarinense. Em nível nacional, a expectativa de vida subiu 31,1 anos desde 1940.

Mortalidade Infantil

Em um ano, a mortalidade infantil teve queda de 12,4 mortes a cada mil nascidos, para 11,9 mil mortes. Essa queda é de 91,9% desde 1940, e de 97,3% se levarmos em consideração a taxa de mortalidade entre 1 a 4 anos de idade diminuiu 97,3%.

Santa Catarina tem a terceira posição no ranking, com 8,4 mortes a cada mil nascidos. Até 2030, a meta é de cinco mortes a cada mil nascidos em todo o país, sendo os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável0).

Fonte: ND+

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