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  Os focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya que já somam 6 no total em São Ludgero está preocupando a equipe de Vigilância em Saúde. Ações de mobilização para conscientização visando a prevenção serão realizadas no período de 30 de novembro a 5 de dezembro, respeitando as recomendações sanitárias ao Coronavírus. A melhor ação para combater a proliferação é eliminar os criadouros do mosquito, ou seja, as pessoas não deixarem água parada em recipientes nas residências, áreas industriais ou estabelecimentos comerciais. Além disso, para agravar a situação da proliferação na cidade existem os recipientes que são jogados pelas pessoas em terrenos baldios.

 Nos últimos anos os trabalhos preventivos tem se intensificado em São Ludgero e, atualmente, são 62 armadilhas instaladas e visitadas semanalmente. E, mais 10 pontos estratégicos visitados a cada 14 dias. As Agentes de Combate a Endemias, Jéssica Pignatel e Aline Dutra, explicam que é preciso que as pessoas adotem cuidados básicos em residências e empresas para que não exista acúmulo de água parada. “A mobilização que vamos fazer aqui acontecerá em todo o estado de Santa Catarina, diante da preocupação e a quantidade de casos de dengue confirmados”, informa Aline. Ela completa alertando que entre os meses de novembro a maio, é considerado o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, diante do calor e as chuvas que são condições ideais para a proliferação. “Por isso o verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer”, explica.

 O ano de 2020 foi marcado pelo registro de maior número de casos de dengue em Santa Catarina. Até o momento são 11.000 confirmados, a maioria com transmissão dentro do próprio estado.       A Secretária de Saúde, Nilva Schlickmann Pickler, agradece o empenho da equipe em relação ao trabalho realizado durante todo a ano e aproveita para alertar sobre os riscos iminentes se ase as pessoas não participarem, preventivamente. “O tempo dedicado às ações preventivas, que são muito simples, é pouco se comparado ao dano que pode trazer às pessoas e famílias”, alerta a secretária.

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