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3 de novembro de 2020 Postagem da governadora de SC que pedia uso de máscaras no feriadão é apagada

Conta que leva o nome de Daniela Reinehr (sem partido) publicou um texto na rede social lembrando os catarinenses sobre as regras sanitárias, como higienização das mãos e objetos.

A assessoria da governadora em exercício de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido), apagou uma mensagem em uma rede social que pedia para a população usar máscaras e cuidar com a higienização durante o feriadão de Finados.

Na tarde de sábado (31), a conta que leva o nome de Daniela publicou um texto na rede social lembrando os catarinenses sobre as regras sanitárias, como higienização das mãos e objetos. A mensagem também lembrava sobre a importância de usar a máscara para diminuir o contágio pela Covid-19.

“No feriado, todos gostam de relaxar. Só não podemos deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos e dos objetos, além do uso da máscara, é claro. Vamos fazer a nossa parte em prol de #Santa Catarina! É hora de unir orações e forças para retomar o caminho do progresso”, dizia o texto.

Horas depois, após a postagem receber críticas de alguns usuários da plataforma, a mensagem foi excluída da conta. Não houve mais publicações sobre o assunto.

Nesta segunda-feira (2), o G1 SC procurou a assessoria da governadora que confirmou que a conta é de Daniela e a exclusão foi feita pela equipe. O motivo não foi informado.

Postagem em rede social da governadora de SC recomendava uso de máscara  — Foto: NSC/Reprodução

Postagem em rede social da governadora de SC recomendava uso de máscara — Foto: NSC/Reprodução

Posição sobre pandemia

Vice-governadora eleita em 2018 por Santa Catarina, Daniela tornou-se chefe do governo de forma interina após o afastamento de Carlos Moisés (PSL) do cargo, por até 120 dias. Um colegiado misto, com deputados e desembargadores do Estado, analisam uma denúncia por crime de responsabilidade contra ele.

No primeiro ato como governadora interina, em 27 de outubro, Daniela se posicionou sobre a pandemia. Na coletiva de imprensa, ela disse que trabalharia para a retomada da economia com respeito à saúde da população.

Na fala, defendeu ainda que era “necessário isolar os doentes e não os saudáveis”. Além disso, afirmou que os médicos é que deveriam ter autonomia sobre o tratamento dos pacientes.

Na semana passada ela chegou a ser cobrada por associações judaicas por não ter dado em sua primeira coletiva de imprensa uma resposta “veemente” de “repulsa ao negacionismo da tragédia que foi o Holocausto”. Depois, ela se posicionou em nota dizendo que é contrária ao nazismo, “assim como contrária a qualquer regime, sistema, conduta ou posicionamento que vá contra os direitos individuais, garantias de segurança ou contra a vida das pessoas”.

Natural de Maravilha, no Oeste catarinense, a advogada tem 43 anos. Ela é produtora rural e ex-policial militar. Em Chapecó, que fica na mesma região do estado, atuou como advogada nas áreas de direito empresarial, administrativo, civil e comércio exterior.

Fonte: G1 SC

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