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18 de fevereiro de 2021 Ocupação de leitos chega a 80% na região

Dos 30 leitos de UTI SUS para tratamento de casos da covid-19 (confirmados ou suspeitos), 24 estão ocupados na Amurel. Uma ocupação de 80% até ontem nos leitos SUS.

Hoje, são dez leitos pelo Sistema Único de Saúde no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão; dez no Hospital de Caridade Senhor Bom Jesus dos Passos, em Laguna; e mais dez no Hospital São Camilo, em Imbituba.

Destes, no HNSC, todos os leitos estão ocupados, além de mais dois leitos para particular/convênio, também ocupados. Há ainda um leito da UTI pediátrica ocupado. No Socimed, também em Tubarão, dos dez leitos de UTI covid-10 disponíveis para rede particular ou convênio, cinco estão ocupados. Já em Laguna, a ocupação chega a 90%; e em Imbituba, 50%.

Em dezembro, o HNSC chegou a ter 15 leitos SUS para covid, mas eles foram reduzidos recentemente.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde de Tubarão, Daisson Trevisol, o número de internações começou a aumentar, e a previsão é de que vai haver um aumento nas próximas semanas. “Tivemos uma reunião do comitê de crise hoje (ontem), e o HNSC tem a possibilidade de aumentar o número de leitos conforme a necessidade, mas temos que lembrar que os leitos são regulados pelo Estado, e as pessoas poderão ser transferidas para Laguna ou Imbituba, por exemplo, para que lá também haja a movimentação”, explica.

“A princípio, ainda está sob controle, mas estamos muito preocupados, porque vai, sim, aumentar o número de casos e internações, e agora é o momento de todos se cuidarem”, pontua Daisson.

Motivo de aumento de casos

Segundo o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde de Tubarão, Daisson Trevisol, o que fará aumentar o número de casos é a circulação do vírus e a redução nos cuidados da população. Não será o comércio aberto ou a volta às aulas. Eventos como festas e aglomerações é que fazem aumentar. Os locais controlados, como escolas e comércio, dificilmente serão o motivo do aumento dos casos, mas sabemos que, mesmo não tendo o Carnaval, várias praias registraram festas e aglomerações, e isso é o que faz transmitir o vírus. Basta duas ou três pessoas contaminadas para transmitir a todos em uma aglomeração”, reforça.

Fonte: Diário do Sul

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