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14 de abril de 2021 Obra inacabada vira tema de documentário

A história da obra inacabada, em homenagem à Santa Paulina, em Imbituba, é tema do documentário recém-lançado que leva o nome de “Qual milagre”. As imagens retratam sobre a construção do monumento, considerado na época a segunda maior estátua religiosa do Brasil. Os trabalhos na cidade onde aconteceu o primeiro milagre da santa estão paralisados desde 2017.

De acordo com o idealizador e diretor do documentário, Filipe Dias Antônio, o objetivo é chamar a atenção do porquê a construção “não teria dado certo”. As imagens estão disponíveis no YouTube e fazem um resgate, segundo Filipe, desde a idealização do monumento à sua paralisação.

“Chegamos a ir em Nova Trento, local onde a santa viveu, para fazer este resgate cultural. Como que Imbituba, sendo a cidade onde a santa fez seu milagre, não consegue acabar a obra em sua homenagem? Seria algo que iria fomentar o turismo religioso. É uma história que merecia ser contada para que a cidade possa abraçar essa causa”, complementa o diretor.

Nas imagens, Filipe contou com o depoimento de pessoas envolvidas no projeto, dentre elas Eluisa Rosa de Souza, que recebeu o milagre da santa. Grávida de sete meses, Eluisa sofria de uma hemorragia interna considerada irreversível, quando, após interceder pela santa, recebeu o milagre. O feito foi atestado pelo médico Aires Antonio de Souza. Aires morreu aos 83 anos, vítima de covid-19. Ele acabou falecendo na semana em que o documentário foi lançado.

Abordagem sobre idealizador de monumento

Dividido em três partes, o documentário aborda ainda as causas de interrupção da obra, os custos investidos até o presente momento, como e onde se encontram os moldes feitos pelo artista plástico Marcelo Francalacci e outros assuntos relacionados.
O documentário também traz imagens de Camilo Carvalho Damázio, considerado o idealizador da obra. Ele faleceu pouco tempo depois do início dos trabalhos, vítima de um infarto, justamente quando peregrinava em direção à obra no topo do Morro do Mirim.

Fonte: Diário do Sul

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