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8 de março de 2022 O aumento de focos confirmados do mosquito Aedes Aegypti coloca em alerta São Ludgero

Com cinco focos confirmados do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya, coloca o município de São Ludgero em alerta. A Secretaria da Saúde, por meio da Vigilância em Saúde, pede que os moradores redobrem os cuidados preventivos em empresas e residências no sentido de não deixar água parada em recipientes.

Segundo as Agentes de Combate a Endemias, Jéssica Pigmentel e Aline Dutra, dos 5 focos confirmados, 4 são em armadilhas e um localizado através de denúncia. “O número de casos confirmados é considerado alto. As famílias precisam colaborar, devem agir de forma preventiva, antes que São Ludgero seja considerado infestado com o mosquito”, explicam. Elas informam que o calor intenso ocorrido nas últimas semanas tem acelerado o crescimento dos mosquitos, a proliferação, e o problema de forma geral. “A situação é muito preocupante”, alertam Jéssica e Aline.

Ao todo São Ludgero possui um total de 60 armadilhas e 8 pontos estratégicos. Algumas ações são realizadas durante todo o ano, a exemplo da colocação de faixas em pontos específicos, distribuídos panfletos com orientações, e trabalhos diversos de conscientização.Sobre a situação, a Secretária da Saúde, Morgana Rech da Silva, reforça que o trabalho de enfrentamento ao mosquito é quase que permanente. “É preciso lembrar que a picada do mosquito contaminado pode levar à morte. O tempo dedicado às ações preventivas, que são muito simples, é pouco se comparado ao dano que pode trazer às pessoas e às famílias. Informação não falta, pois inúmeras campanhas e mutirões de conscientização, limpeza, já foram realizados pela cidade”, alerta a secretária.

A equipe da Vigilância em Saúde de São Ludgero aponta como um dos problemas que agrava ainda mais a situação está relacionado aos recipientes jogados em terrenos baldios. “Estes recipientes jogados nos locais são propícios para a proliferação do mosquito. É lamentável que tenham pessoas que ainda façam isso”, comenta a Agente de Endemias, Jéssica Pigmentel.

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