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14 de abril de 2022 Mais de 800 dias depois, Tigre volta a viver as noites de Série B

Foram 867 dias. Esse foi o tempo que separou o Criciúma de sua última partida de Série B do Campeonato Brasileiro para o compromisso desta quinta-feira, dia 14, diante do Londrina, na retomada do Tigre à segunda divisão nacional. Dez dias antes de vencer o Oeste por 2 a 1, na Arena Barueri, a equipe carvoeira havia empatado com o Paraná no Heriberto Hülse e viu o rebaixamento para a terceira divisão ser confirmado. Após dar um “chega pra lá” na Série C, o tricolor volta a viver as noites de Série B e, pouco mais de dois anos depois, tem a chance de jogar novamente na segunda camada do futebol nacional.

A primeira partida do Tigre na Série B poderia ter sido antes, já que a partida contra o CSA, pela 1ª rodada, foi adiada devido a compromissos do time alagoano no campeonato estadual. Com isso, o time de Cláudio Tencati debuta na rodada de número dois e, logo de cara, frente um adversário embalado. O LEC, que visita o HH a partir das 20 horas, estreou no domingo anterior com vitória em casa diante do Náutico, por 2 a 0.

Sem se intimidar com isso, o Criciúma conta com o fervoroso apoio do torcedor, que se empolgou com o acesso, comprou o discurso da diretoria e fez o clube atingir a marca de 10 mil sócios. Por isso, a expectativa é de Majestoso cheio para a partida desta quinta-feira.

Criciúma

Um time novo e desconhecido. Assim dá para definir o Criciúma versão 2022. Com apenas dois jogos na temporada – reflexo do descenso para a segunda divisão estadual em 2021 -, o Tigre deixa Cláudio Tencati com mais dúvidas do que certezas na escalação. Apesar de jogadores como Gustavo, Claudinho, Rodrigo e Arilson continuarem da campanha passada, o treinador carvoeiro vive a expectativa de encaixar no time novos reforços, como Rafael Bilu, Negueba e Marquinhos Gabriel. Dos três, apenas o primeiro participou dos dois compromissos oficiais do ano.

Marquinhos Gabriel, aliás, é uma das dúvidas de Tencati para a partida desta quinta-feira. Após a vitória sobre o Aimoré, no último amistoso da estreia, o treinador deixou a escalação em aberto devido às condições físicas do camisa 10. O mistério persiste. “É uma informação que não posso passar porque o adversário está de olho. Foi treinado com ele e sem ele. Não podemos municiar de informações o adversário”, despistou.

Além disso, Tencati precisou lidar com as lesões em algumas peças nas últimas semanas. Helder, lateral esquerdo titular no acesso, sofreu grave contusão no começo do ano e perderá as primeiras rodadas da Série B. Já Tiago Marques, que vem de acesso pelo Ituano na mesma Série C em que o Tigre subiu, ainda não se recuperou de lesão muscular e vem forçando o técnico carvoeiro a quebrar a cabeça para definir o comando de ataque. Hygor e Caio Dantas, últimos contratados, ainda não estão prontos para o jogo. “Será um jogo emocionalmente à flor da pele. Temos que ter calma porque nada vai se construir ou destruir a partir desse jogo. Tem que ter equilíbrio”, avisou Tencati, que tratou de deixar claro em entrevista coletiva que a meta do Tigre é permanecer na Série B.

Fonte: Engeplus

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