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13 de novembro de 2020 Itamar Schülle mira vitória contra o Ituano para elenco reconquistar confiança na Série C

Na sexta colocação do Campeonato Brasileiro da Série C e a quatro jogos sem vencer, o Criciúma tem um importante desafio neste sábado, dia 14. O Tigre recebe no estádio Heriberto Hülse a equipe do Ituano, atual quinto colocado na tabela e adversário direto na briga pela classificação para a segunda fase. O técnico Itamar Schülle na vitória nesta partida a esperança para retomar a confiança do elenco tricolor.

“Motivação não deixou de ter nenhum momento. O que precisa é uma vitória para o atleta ter a confiança. Às vezes o atleta tem qualidade, aquilo tudo que é necessário, mas dai a vitória não vem e bate um pouco de desconfiança, se faço o passe, se eu driblo ou chuto. Essa confiança a gente fala, a gente passa, a gente transmite para o grupo, mas é uma atitude de cada atleta dentro de campo. Eles precisam saber que aqui fora eles têm o nosso respaldo para que possam executar o melhor deles. A vitória gera confiança para todo o elenco para se sentir mais leve e executar seu trabalho”, afirmou.

Ao longo da semana, Schülle testou diferentes formações para colocar em campo. Mas o técnico deve adotar um esquema tático com três atacantes. “Treinamos algumas variações porque é necessário. Você não pode fazer mudanças durante o jogo sem ter treinado, executado. A gente fez isso três dias seguidos, treinando maneiras de atuar. Tudo isso é treinado para ter as mudanças quando for necessário e para que o atleta seja bem por dentro do seu posicionamento”, comentou.

A equipe deve ter Agenor; Alex Reinaldo, Maurício Barbosa, Fernando Lombardi e Kaike; Eduardo, Foguinho e Jean Lucas, Andrew (Marino), Michel e Jean Dias. As alterações de formação tem sido constantes no trabalho de Schülle e sua comissão técnica. Nas cinco partidas que comandou a equipe, ele efetuou trocas no início da partida e ao longo dos jogos. O técnico garantiu que não há falta de convicção em seu trabalho.

“Eu tenho as minhas convicções desde que aqui cheguei, mas você esbarra às vezes em características de atletas. Você tem características de atletas que muitas vezes você pensa uma forma de atuar e não tem como”, pontuou. “Convicção não falta da nossa parte, mas falta é o estilo, a maneira a característica do atleta e usar isso. Às vezes eu quero montar um estilo de jogo, mas mudando a característica do atleta. E ao invés de ajudar, vou estar prejudicando. Temos treinados, mudamos aqui muitas vezes a maneira de jogar. Isso é trabalhado, não descartando nenhuma delas”, completou.

Fonte: Engeplus

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