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Depois de suspender o Campeonato Catarinense pelo prazo de 15 dias, a Federação Catarinense de Futebol (FCF) se reuniu com os clubes da Série A da competição na tarde desta sexta-feira, dia 5, para definir o futuro da disputa. Ficou acordado que o campeonato será retomado na próxima semana, com os jogos que estavam atrasados. As partidas devem acontecer em cidades onde não há decretos que proíbem a realização de atividades esportivas de contato

 O jogo entre Criciúma e Chapecoense foi agendado para domingo, dia 14 de março, às 16 horas, no Estádio João Marcatto, em Jaraguá do Sul. Também ficou definido os jogos de Chapecoense e Avaí, Joinville e Marcílio Dias e Metropolitano e Joinville.

Quinta (11/03) – 16 horas
Chapecoense x Avaí – Concórdia
Joinville x Marcílio Dias – Arena

Sábado (13/03) – 16 horas
Metropolitano x Joinville – Augusto Bauer

Domingo – 14/03 – 16 horas
Criciúma x Chapecoense – Jaraguá do Sul

A fórmula seguirá a mesma, desde que a FCF consiga duas datas que hoje estão destinadas a competições da Conmebol. Caso um clube catarinense que está disputando a Copa do Brasil avance para a segunda fase poderá ter que enfrentar um dos clubes que disputa a Conmebol Sul-Americana, por esse motivo ficou aprovada essa segunda hipótese. Em situação de não conseguir essas duas datas, ficou decidido que as fases quartas de final e semifinal serão disputadas em jogos únicos. No atual formato, as quartas e semis são em partidas de ida e volta.

As datas definidas na reunião desta sexta-feira ainda podem sofrer alterações. O Criciúma ainda busca adiantar a partida contra a Chapecoense para o dia 13 de março. “É que para a gente jogar no dia 14 fica difícil para o Criciúma, porque na quarta-feira seguinte, no dia 17, a equipe tem que viajar para São Paulo, para enfrentar o Marília pela Copa do Brasil”, afirmou o presidente do Criciúma, Anselmo Freitas.

O Criciúma também ainda tenta reverter a decisão da Prefeitura de Criciúma que suspende as atividades de esporte coletivo no município. “No futebol não é o grande responsável pela contaminação. Nós testamos todos os nossos jogadores, profissionais, seguimos todos os protocolos. Então, a gente vai tentar ver com o prefeito de Criciúma para ver se conseguimos revogar este decreto”, acrescentou Freitas.

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