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Dois boletins de ocorrência relatando desaparecimentos foram registrados em Braço do Norte e Capivari de Baixo.  

Moisés Torquato Amorim, de 32 anos, foi visto pela última vez na quarta-feira passada, dia 20. Dédo, como é conhecido, saiu de casa, no bairro Alvorada, em Capivari, por volta das 16h e não foi mais visto desde então.

Segundo a irmã dele, Nazaré Torquato, Dédo mora com a mãe, é solteiro e está desempregado. Ao Diário do Sul, Nazaré contou que o irmão é tranquilo e nunca ficou tanto tempo fora de casa. “Ele saiu somente com a roupa do corpo, documentos e celular. Quando tentamos ligar para ele, dá como aparelho desligado”, conta Nazaré.

A família já registrou um boletim de ocorrência e a polícia investiga o caso. Até a tarde de ontem, ainda não tinham notícias sobre Dédo.

Em Braço do Norte, os bombeiros continuam nesta quarta as buscas por Adriano da Silva, de 23 anos. De acordo com a família, Adriano teria saído de casa na noite de segunda-feira, pulado a cerca de um terreno e entrado em uma área de mata no bairro São Basílio, próximo a um rio. Desde então, ele não teria sido visto.

Por ter epilepsia, a família diz estar muito preocupada com o que possa ter acontecido com o jovem. Ainda na noite de segunda, os bombeiros e a Polícia Militar iniciaram as buscas, que foram retomadas ontem. Até o fechamento desta edição, Adriano não tinha sido encontrado. As buscas, segundo os bombeiros, se estenderam até São Ludgero. Hoje, um cão treinado para buscas e resgates deve chegar de Florianópolis para ajudar na operação.

Disque-denúncia em Laguna

A Divisão de Investigação Criminal (Dic) de Laguna divulgou nota informando que segue investigando o desaparecimento de Diego Bastos Scott e recebendo denúncias sobre o caso pelos telefones 181 e (48) 99118-3684. Diego, de 39 anos, foi visto pela última vez no dia 15 deste mês, após ser abordado por policiais militares durante uma briga familiar, como o DS destacou na última semana. Segundo o advogado que representa a família de Diego, os policiais foram chamados para atender a ocorrência e depois de uma hora resolveram prender Diego.

No boletim da PM consta que o “envolvido evadiu do local” e que Diego “não estava presente no momento da lavratura do procedimento”. A família contesta a informação e apresentou imagens de câmeras de segurança que mostram a viatura saindo do local com Diego algemado. A PM abriu um procedimento interno para apurar o caso. A Polícia Civil disse que mais informações não serão repassadas agora “com a finalidade de não embaraçar as investigações que tramitam em sigilo desde o dia 18 de janeiro”. O Ministério Público também acompanha o caso.

Fonte: Diário do Sul

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