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19 de outubro de 2021 Engie conclui venda do complexo em Capivari de Baixo antes do prazo previsto

A administração da Engie Brasil Energia (EGIE3) concluiu a venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, localizado em Capivari de Baixo, para a Fram Capital. O fechamento da transação aconteceu ontem, antes do prazo previsto de 60 dias da data de assinatura do contrato de venda. Com a conclusão, a expectativa agora é por uma manifestação da compradora sobre o futuro do local.

O preço de aquisição de 100% da participação acionária da empresa controlada Diamante Geração de Energia, detentora do CTJL, é de até R$ 325 milhões, dos quais R$ 210 milhões foram pagos no fechamento da operação e R$ 115 milhões estão sujeitos ao cumprimento de determinadas condições precedentes, as quais devem ser concretizadas até o fim de 2022.

“A conclusão da venda do complexo é positiva para os planos da Engie de direcionar operações e investimentos aos projetos de energia renovável e infraestrutura de transmissão. Além disso, é importante para que a economia da região Sul se reinvente, possibilitando uma transição socialmente justa e reduzindo potenciais impactos em comparação a um processo de descontinuidade das operações no curto prazo”, avalia o diretor-presidente e de relações com investidores da Engie, Eduardo Sattamini.  

Adicionalmente, a companhia concedeu à Diamante Holding Participações Ltda uma opção de compra do Projeto da Usina Termelétrica Norte Catarinense, o qual compreende a futura implantação de uma usina a gás natural, com capacidade instalada de aproximadamente 600 MW, localizada no município de Garuva, na região Norte do Estado de Santa Catarina.

Com a venda do complexo, cerca de 97% da matriz da Engie no Brasil passa a ser renovável, proveniente de fontes de geração hidrelétrica, eólica, solar e biomassa. Outro ativo da Companhia que opera a carvão é a Usina Termelétrica Pampa Sul, com capacidade instalada de 345 MW, e que também está à venda, em linha com a estratégia global do grupo para saída das operações a carvão até 2027 em todo o mundo.

Fonte: Diário do Sul

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