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30 de agosto de 2021 Doença viral deixa autoridades em alerta na região

A prefeitura de Tubarão realizará nesta quarta-feira uma nova reunião para a avaliar a situação da síndrome mão-pé-boca no município.

Nas últimas semanas, alunos das escolas públicas e particulares de Tubarão foram acometidas pela doença viral que tem grande poder de contágio entre as crianças em idade escolar.

Algumas unidades já passaram por um processo de desinfecção e as autoridades alertam aos pais que comuniquem, imediatamente, a Vigilância Epidemiológica – (48) 988616246 ou 3622-5125 – caso seus filhos apresentem os sintomas da doença. Os sintomas podem ser febre, mal-estar e lesões do tamanho de grãos de arroz que acometem, principalmente, mãos, pés e boca.

Em reunião realizada na última sexta-feira, as autoridades do município fizeram uma avaliação da situação e solicitaram aos dirigentes das unidades escolares que redobrem os cuidados de higiene e avisem o surgimento de novos casos. “Fizemos um alerta e pedimos a colaboração das escolas públicas e particulares para que possamos, de forma conjunta, vencer a doença sem a necessidade de fechar os estabelecimentos escolares”, salienta o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol.

A síndrome mão-pé-boca é uma infecção de origem viral, sendo causada por diversos vírus, principalmente o Coxsackie. Costuma acontecer na forma de surtos, acometendo principalmente crianças. A transmissão se dá pelo contato fecal-oral, bem como o contato com secreções respiratórias, sendo o período de incubação usual de três a sete dias. O tratamento inclui medidas de suporte que são orientadas para todos os pacientes com doenças virais: repouso, alimentação leve e ingestão de líquidos. A febre deve ser controlada com o antitérmico prescrito pelo médico.

Fontes alternativas de água

Diante dos casos da síndrome, situação que viralizou em aplicativos de mensagens, com orientações equivocadas sobre o consumo de água da torneira, a Tubarão Saneamento, por meio de nota oficial, esclareceu suposições sobre o consumo de água. A concessionária orienta que o consumo de água da torneira deve ser evitado em caso de residências que fazem uso de fontes alternativas, como poço artesiano, bica d’água ou até água do morro.  A concessionário informou que, no Brasil, a grande maioria dos mais de 2,5 milhões de poços artesianos é clandestina e, por conta disso, está sujeita a contaminações e problemas sanitários e ambientais.

Fonte: Diário do Sul

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