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22 de abril de 2021 Criciúma: Servidores da saúde se negam a tomar vacina e são ameaçados de demissão

Em Criciúma 14 servidores do quadro efetivo só tomaram vacina após ameaça de processo administrativo

Desde o início da vacinação da COVID 400 pessoas se negaram a tomar a vacina em Criciúma. Todos tiveram que assinar um termo em que arcam com as consequências da não vacinação. Nos casos em que as pessoas se negaram a assinar, o documento é assinado por três testemunhas.

A situação é ainda mais curiosa em se tratando de servidores públicos municipais da saúde. Inicialmente 14 se negaram a receber a vacina. O governo do município decidiu então demiti-los. Como são servidores do quadro efetivo teriam que brigar na Justiça para serem reconduzidos aos seus cargos. Ante o quadro todos voltaram atrás e preferiram tomar a vacina.

Não é de hoje que setores do serviço público municipal de Criciúma e o prefeito Clésio Salvaro entram em rota de colisão. Havia sido assim, recentemente, quando o governante assinou o decreto criando o lockdown voluntário, segundo o qual qualquer servidor poderia optar por não comparecer ao trabalho, mas teria o salário suspenso. Ninguém aderiu. Nesta semana o fato se repetiu. Desta vez Salvaro mandou demitir os 14 servidores que se negaram a receber a vacina. O argumento dele é que se estão atuando num setor orientado pela ciência e não acreditam na vacina não devem ocupar estes cargos. Ninguém pagou para ver.

Fonte: ND+

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