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A região encerrou 2020 com saldo positivo de 3,5 mil empregos fornais gerados durante o ano. O setor de serviços foi o que apresentou melhor resultado, com 2.224 postos de trabalho a mais no ano passado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira.

O município de Jaguaruna foi o que mais se destacou neste setor e que impulsionou os números, com saldo positivo de 2.184 admissões a mais do que desligamentos. O saldo positivo de 2020 teve como segundo lugar a indústria, com 508 vagas de trabalho a mais geradas, seguida do comércio, com 480 novos postos formais.

Dos municípios que apresentaram o melhor saldo em 2020, destaque para Jaguaruna, com 2.345 novos trabalhadores com carteira assinada. Braço do Norte vem em segundo lugar, com 253 empregos formais a mais gerados. Em seguida, Capivari de Baixo, com 249 novos postos de trabalho.  

O saldo de dezembro também foi positivo, com 138 novos empregos formais. O comércio foi o responsável pelo maior número de postos de trabalho criado, com 400 novas vagas. A indústria, no entanto, fez com que os números se retraíssem, ao ter um saldo negativo de 432 demissões a mais que admissões em dezembro.

Santa Catarina tem o melhor resultado do país

Santa Catarina teve o melhor resultado do país na geração de empregos formais em 2020. O dado foi confirmado pelo Caged. Ao todo, foram geradas 53.050 vagas com carteira assinada no Estado no ano passado. O número representa 37,1% de todos os 142.690 empregos criados no Brasil em 2020. Para o governador Carlos Moisés, o dado mostra a competitividade da economia catarinense.

“Santa Catarina se manteve com a menor taxa de desemprego do país ao longo dos últimos anos. Isso reflete a confiança do setor empresarial em nosso Estado, onde há segurança jurídica e boas condições para se investir, gerando emprego e renda. Em 2020, tivemos a pandemia de covid-19, que afetou a economia de todo o mundo, e, mesmo assim, conseguimos terminar o ano com um saldo expressivo na geração de empregos. É um resultado que deve ser comemorado, mas que não pode gerar relaxamento. Seguiremos com o trabalho forte para que Santa Catarina siga avançando”, afirma o governador.

Todos os setores econômicos registraram incremento no número de vagas no ano de 2020 em Santa Catarina. O melhor resultado veio da indústria, com um saldo de 25.452 empregos. Na sequência, aparece o setor de serviços, com 17.776 de saldo. O comércio surge em terceiro lugar, com 7.141 empregos criados em 2020. A construção civil (2.051) e a agropecuária (630) fecham a lista.

Ao longo de 2020, Santa Catarina teve 1.052.937 admissões e 999.887 demissões, segundo o Caged. No mês de dezembro, o saldo ficou negativo em 11.677 vagas. O último mês do ano normalmente registra mais demissões que admissões, por conta da extinção de empregos temporários criados em meses anteriores.

Brasil criou 142,6 mil empregos formais

O Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. “A grande notícia para nós é que, em um ano terrível em que o PIB [Produto Interno Bruno – soma de todos os bens e serviços] caiu 4,5%, nós criamos 142 mil novos empregos”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado foram 15.166.221 admissões e 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020.

Porém, após cinco meses de saldo positivo, em dezembro o número de demissões superou o de contratações no Brasil, com o fechamento de 67.906 postos de trabalho. De acordo com o ministério, dezembro é um mês “de ressaca” no mercado, e estas perdas são comuns.

O ministro Paulo Guedes destacou ainda que essa é a menor perda de empregos desde 1995. “Estas perdas são sazonais. Então, vamos comparar com dezembro de 2015, quando o PIB caiu 3,5% no ano. Foi uma recessão autoimposta e nós perdemos 596 mil empregos”, disse. Em dezembro de 2019, por exemplo, também foram fechadas 307 mil vagas.

Fonte: Diário do Sul

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