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Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) vai encaminhar ao governador Carlos Moisés (PSL), além dos secretários municipais de Saúde, um documento a fim de cobrar uma definição o início da vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da educação.

Esse foi o principal encaminhamento de uma audiência pública realizada, nesta tarde de quinta-feira (13), na Alesc. O encontro contou com representantes das secretarias de Estado da Saúde, da Educação e de entidades que atuam em defesa dos professores.

A presidente da Comissão de Educação, deputada Luciane Carminatti (PT), destacou que a decisão da data depende de uma comissão que reúne os secretários municipais de Saúde e o governo do Estado. “Esperamos que essa decisão venha logo. Vamos pressionar. Santa Catarina foi o primeiro estado a abrir as escolas, junto com a abertura deveria ter ocorrido a vacina, mas já estamos no quinto mês e não veio a vacina. Se não houver pressão, vai passar a pandemia e ainda estaremos discutindo a vacinação.”

A deputada lembrou que a audiência foi solicitada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC) e pela Articulação Catarinense por uma Educação do Campo (Acecampo) à Comissão de Educação.

Trabalho para vacinar em junho

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Alexandre Lencina Fagundes, informou durante a reunião que o secretário, o médico André Motta Ribeiro, viajará a Brasília-DF para solicitar nos ministérios mais doses de vacinas para atender os trabalhadores em Educação.

Ele informou que todos os profissionais da Educação, desde merendeiras, motoristas de transportes, vigias, administrativos e professores estão no grupo prioritário para a vacinação.

Ele adiantou que a previsão é de que a vacinação poderá começar em junho, mas sem data oficial, e sugeriu que estes profissionais se vacinem contra a gripe, que visa imunizar contra o vírus Influenza, devido haver um prazo de 14 dias para poderem receber a vacina contra a Covid-19.

O superintendente de Vigilância em Saúde (SUV) de Santa Catarina, Eduardo Macário, observou que a vacinação em paralelo dos professores não foi realizada devido à falta de número total dos profissionais que atuam nas redes municipais, estadual e particular de ensino.

Fonte: NDMais

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