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14 de maio de 2021 Alesc cobra do Estado data para início da vacinação dos professores

Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) vai encaminhar ao governador Carlos Moisés (PSL), além dos secretários municipais de Saúde, um documento a fim de cobrar uma definição o início da vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da educação.

Esse foi o principal encaminhamento de uma audiência pública realizada, nesta tarde de quinta-feira (13), na Alesc. O encontro contou com representantes das secretarias de Estado da Saúde, da Educação e de entidades que atuam em defesa dos professores.

A presidente da Comissão de Educação, deputada Luciane Carminatti (PT), destacou que a decisão da data depende de uma comissão que reúne os secretários municipais de Saúde e o governo do Estado. “Esperamos que essa decisão venha logo. Vamos pressionar. Santa Catarina foi o primeiro estado a abrir as escolas, junto com a abertura deveria ter ocorrido a vacina, mas já estamos no quinto mês e não veio a vacina. Se não houver pressão, vai passar a pandemia e ainda estaremos discutindo a vacinação.”

A deputada lembrou que a audiência foi solicitada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC) e pela Articulação Catarinense por uma Educação do Campo (Acecampo) à Comissão de Educação.

Trabalho para vacinar em junho

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Alexandre Lencina Fagundes, informou durante a reunião que o secretário, o médico André Motta Ribeiro, viajará a Brasília-DF para solicitar nos ministérios mais doses de vacinas para atender os trabalhadores em Educação.

Ele informou que todos os profissionais da Educação, desde merendeiras, motoristas de transportes, vigias, administrativos e professores estão no grupo prioritário para a vacinação.

Ele adiantou que a previsão é de que a vacinação poderá começar em junho, mas sem data oficial, e sugeriu que estes profissionais se vacinem contra a gripe, que visa imunizar contra o vírus Influenza, devido haver um prazo de 14 dias para poderem receber a vacina contra a Covid-19.

O superintendente de Vigilância em Saúde (SUV) de Santa Catarina, Eduardo Macário, observou que a vacinação em paralelo dos professores não foi realizada devido à falta de número total dos profissionais que atuam nas redes municipais, estadual e particular de ensino.

Fonte: NDMais

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