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Correios: categoria decide encerrar a greve

  • 14 de Março de 2018 - 07:05:14
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Correios: categoria decide encerrar a greve

Funcionários dos Correios de Santa Catarina encerraram a greve da categoria, iniciada nessa segunda-feira em âmbito nacional. A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde de ontem, em Florianópolis. Em Tubarão, as atividades nas agências e no Centro de Distribuição não foram afetadas e os trabalhos seguiram normalmente.

Um dos motivos da greve era protestar contra a tentativa, por parte da direção dos Correios, de fazer alterações no plano de saúde dos trabalhadores. Nessa segunda, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu mudar as regras do plano de saúde e autorizar a cobrança de mensalidade dos funcionários da estatal e seus dependentes.

De acordo com o Sintect-SC (Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina), o ministro Aloysio Corrêa da Veiga entendeu que a Justiça do Trabalho não poderia, em seu poder normativo, alterar a cláusula de um acordo coletivo ainda vigente, “ainda mais porque se trata de conquista histórica da categoria”, afirmou.

A ministra Kátia Arruda alegou desconhecer qualquer jurisprudência brasileira em caso de dissídio com revisão para acordos coletivos, lembrando que os acordos são autônomos. “Mesmo com o TST reconhecendo algo sem jurisprudência, tomando uma decisão que vai prejudicar a categoria, cada trabalhador que participou da greve merece o nosso agradecimento e o reconhecimento do quanto é importante estar mobilizado. O nosso sentimento é de ter lutado, mostrando a força da categoria em SC, pois conseguimos expor os problemas dos Correios e os motivos pelos quais é tão ruim ter cobrança de mensalidade para quem já recebe o salário mais baixo entre os servidores públicos”, destacou o secretário-geral do Sindicato, Giovani Zoboli.

A diretoria do Sintect-SC disse que vai esperar a publicação da decisão do TST para definir se a categoria fará algo a respeito.

O que ficou decidido

Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) votaram a favor da cobrança de mensalidade e do pagamento da coparticipação para a categoria utilizar o plano de saúde. As regras para a cobrança vão começar a valer a partir da publicação da decisão do tribunal, até o dia 1º de agosto de 2019. O custo total do plano será compartilhado entre a estatal e o trabalhador, que vai pagar 30%, de acordo com o salários, enquanto a ECT terá de arcar com 70% do custo do benefício. Os pais dos funcionários serão mantidos no plano, porém com mensalidades e coparticipação por um ano. Pai e mãe em tratamento vão continuar no plano sem mensalidade até a alta médica.

Diário do Sul


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