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Comunidade reivindica desassoreamento na Barra do Camacho

  • 19 de Junho de 2017 - 06:53:14
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Comunidade reivindica desassoreamento na Barra do Camacho

Mais de duas mil famílias dependem diretamente da barra do Camacho, em Jaguaruna, para o sustento, com a entrada de crustáceos e peixes vindos do mar para a lagoa pelo canal. Além do sustento por meio da pesca, a barra aberta proporciona um incremento no turismo e prevenção de cheias na bacia do Rio Congonhas, que abrange os municípios de Jaguaruna, Tubarão, Laguna e Treze de Maio.

Os pescadores do local estão preocupados com o assoreamento do canal e, neste sábado, lideranças e moradores da comunidade participaram da manifestação em prol do desassoreamento Norte e enrocamento da barra do Camacho. Na ocasião, a rodovia SC-100 ficou fechada por cerca de uma hora, como forma de conscientizar as autoridades sobre a importância da obra para a região.

De acordo com o vereador Wilson Teodoro, representante da comunidade, a obra é fundamental para a continuidade do setor pesqueiro e manutenção do balneário. “Hoje, dependem da barra mais de duas mil famílias, que vivem diretamente da pesca e necessitam dela aberta”, afirma.

O prefeito Edenilson Monitini da Costa também participou da mobilização e frisou que a obra está estimada em cerca de R$ 800 mil, que são pleiteados junto ao governo do Estado e Defesa Civil. “A barra aberta é uma grande indústria sem chaminé, geradora de emprego e renda à nossa região. É de interesse de todos, pois fortalece a economia. A nossa luta é para que consigamos, após a abertura, fazer a contenção da parte faltante dos molhes, assim ela vai permanecer aberta, evitando o assoreamento”, explica.

O coordenador de Proteção e Prevenção de Desastres da Defesa Civil Nacional, Hampel Vieira, esteve na comunidade no último mês para conhecer os detalhes da obra tão aguardada pelos pescadores. Possíveis entraves por parte da APA da Baleia-Franca podem dificultar a obra. A equipe técnica da Amurel documentará as consequências de um possível fechamento do canal, assim como os recursos necessários para a dragagem. Segundo o coordenador Nacional da Defesa Civil o projeto é emergencial e os trâmites tendem a ser mais rápidos. “Vamos dar o máximo de nós para que este projeto possa ser avaliado e tenha sua aprovação de forma rápida”, ressaltou Hampel. Durante a visita, o coordenador recolheu dados técnicos para a inclusão da proposta, que ainda não tem data para ser executada.

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